Nas sociedades modernas a existência de organizações que unam cidadãos à volta da defesa e valorização de ideias ou interesses convergentes é essencial a uma vida social activa que promova o desenvolvimento dos territórios em que intervêm.
Dentro destas organizações sobressaem os partidos políticos, enquanto instituições que na base de <b>identificações ideológicas</b> disputam o poder nas instituições que os vários modelos democráticos criaram.
Se a vertente de combate pelos poderes institucionais das várias nações realizadas pelos partidos políticos é fortemente visualizável e sentida pelos cidadãos, tendo em conta os actos eleitorais que regularmente são convocados para definir a composição dos vários poderes que dirigem os destinos dos países, já tal não é verdade perante outras vertentes claramente intrínsecas à missão e objectivos dos partidos Políticos.
E quais são essas <b>vertentes esquecidas</b> nas práticas dos partidos políticos?
São as vertentes que têm a ver com a indispensável componente da vida da sociedade portuguesa que é a <b>Democracia Participativa </b>– são elas vertentes da escola de formação política, de promoção do debate entre cidadãos e de provocador da relevância da acção politica.
São pois, estas as matérias que devem nortear as actividades dos partidos políticos –<b> escola, cidadania e ciência política. </b> Estes desafios são o único remédio para mudar o actual estado das coisas, um pouco pantanoso e medíocre.
Para fomentar estas vertentes dos partidos políticos é necessário <b>mudanças institucionais, </b> a saber: proceder à Regionalização; modernizar o instrumento do referendo, nomeadamente os de nível local; criar círculos uninominais ao nível eleitoral; tornar o orçamento participativo local numa obrigação e um dever.
Estes são desafios considerados inultrapassáveis, mas se assim fosse o que é que andávamos a fazer por aqui nesta nossa passagem pela Terra? Eu, por mim, trabalharei ao meu nível, para que <b> “as moscas mudem”! </b>

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