Segundo alguma imprensa nacional, o Ministério Público (MP) abriu esta semana uma investigação a fugas de informação no processo Influencer, depois de ter sido divulgada a transcrição de escutas a conversas telefónicas entre o ex-primeiro-ministro, António Costa, e o então ministro das Infraestruturas, João Galamba.
A investigação do MP visa as escutas divulgadas, na terça-feira, 18, pela CNN Portugal, entre elas uma que apanha António Costa a ligar a João Galamba para ordenar a demissão da presidente executiva da TAP, por motivos políticos, depois da polémica indemnização de 500 mil euros à ex-administradora Alexandra Reis.
Foram ainda divulgadas fotografias que mostravam a forma como 75.800 euros em notas estavam escondidos na sala do Palácio de São Bento onde trabalhava o então chefe de gabinete de António Costa, Vítor Escária, um dos cinco detidos no âmbito deste processo, em novembro passado.
Tudo isto estará, “supostamente”, em segredo de justiça. Mas apenas na teoria, pois na prática não é isso que sucede, acabando esta informação por vir à luz e sendo motivo de manchetes e aberturas de telejornais (à imagem do que já vimos suceder em muitos outros processos num passado assim não tão distante).
Ora tudo isto coloca a Justiça numa situação desconfortável e deve, obviamente, merecer atenção dos seus responsáveis, inclusive os políticos. Permitir que este tipo de situações continue a acontecer descredibiliza a Justiça e coloca em causa o princípio da inocência até prova em contrário. E assim é a própria Democracia que fica ameaçada!

Homem detido em Beja com mais de 2.000 doses de droga
Um homem, de 22 anos, foi detido no sábado, 22, pela PSP em Beja, por suspeitas da prática dos crimes de tráfico de estupefaciente e







