Ao falar em empresários locais, pretendo referir-me às micro e pequenas empresas ainda agarradas aos territórios, com as suas comunidades e populações. Empresas que pelo que produzem/ comercializam e pelo emprego gerado, são fundamentais para a coesão social.
Empresários que constituem um importante segmento que está a ser vítima desta política destrutiva e de duro empobrecimento. São dezenas de milhar os que já fecharam e se encontram num real desemprego, em conjunto com os seus ex-assalariados. E mais muitos milhares estão com a corda na garganta e os cenários visíveis são fortemente cinzentos ou negros.
Ora esta greve geral é de tod@s que sofrem com estas brutais políticas e que, em conjunto, querem pará-las, para renascer ânimo e esperança em tempos de refazer vidas dignas e sustentáveis. É um grito de revolta para a esmagadora maioria desprezada e agredida.
É, pois, uma manifestação a que os empresários locais devem dizer sim! Claro que há interesses contraditórios, mas há objectivos comuns.
Façamos, em convergências, a maior e mais combativa greve geral, para que no curto prazo o desastre seja parado !
Hoje, como disse Pacheco Pereira, há que sabermos em que lado da barricada nos afirmamos. Parado o caos, novos caminhos se farão, caminhando juntos & organizados !
TODOS COM A GREVE GERAL !

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