O novo presidente da Federação do Baixo Alentejo do PS, Marcelo Guerreiro, garante que a estrutura vai defender a região e fazer uma oposição “responsável, mas exigente” ao Governo da AD.
“Recebemos um mandato para defender o Baixo Alentejo, para defender as pessoas, para defender os seus municípios. […] Defender os investimentos que a região precisa e dar voz a um território que contribui muito para Portugal, mas que continua, demasiadas vezes, longe das prioridades nacionais”, assumiu Marcelo Guerreiro no encerramento do congresso federativo do PS do Baixo Alentejo, que se realizou neste domingo, 12, em Serpa.
De acordo com o novo líder socialista, que sucede no cargo a Nelson Brito, o Baixo Alentejo “produz alimentos, produz energia, produz riqueza, protege recursos naturais, acolhe investimento e ocupa uma posição estratégica entre o Atlântico e Espanha”.
“Vamos ser uma oposição responsável, mas exigente. Apoiaremos tudo aquilo que sirva a nossa região, mas denunciaremos cada atraso, cada incumprimento e cada promessa sem consequência”, disse Marcelo Guerreiro.
“Mas continua a enfrentar salários baixos, perda de população, falta de habitação, serviços públicos frágeis e acessibilidades insuficientes”, frisou, para logo acrescentar: “O Baixo Alentejo não pode continuar a dar tanto ao país e receber tão pouco em retorno”.
Nesse âmbito, continuou o também autarca de Ourique, a Federação do Baixo Alentejo do PS irá ser “exigente com o Governo”, mas também com o seu próprio partido.
“Vamos ser uma oposição responsável, mas exigente. Apoiaremos tudo aquilo que sirva a nossa região, mas denunciaremos cada atraso, cada incumprimento e cada promessa sem consequência”, disse Marcelo Guerreiro.
O presidente do PS do Baixo Alentejo garantiu ainda que a Federação não irá aceitar que “responsabilidade seja confundida com resignação”.
“Seremos responsáveis no apoio e firmes na exigência. E vamos levar esta exigência a todo o território”, concluiu.












