Desde terça-feira, 30 de setembro, que está na rua a campanha eleitoral para as Autárquicas de 2025, que culminará com as eleições de 12 de outubro, em que serão escolhidos os novos autarcas em todo o país para os próximos quatro anos.
Por estes dias, candidatos e apoiantes andam na rua, de porta em porta, a apresentar as suas equipas, as suas propostas e os seus argumentos para terem mais um voto. Tudo muito normal, tudo muito natural e tudo muito democrático. Mas estes dias são também, inevitavelmente, de confrontação, de debate e de troca de ideias. Tudo muito normal, tudo muito natural e tudo muito democrático… se não se passar dos limites da civilidade, da urbanidade e da boa educação, o que demasiadas vezes não acontece.
Infelizmente, as campanhas eleitorais tornaram-se em épocas bastante acintosas, em que pessoas que convivem diariamente (algumas desde crianças) passam a olhar-se de forma diferente apenas porque estão em lados opostos nas “barricadas” políticas.
Cumpridos mais de 50 anos de vida em Democracia em Portugal, este não pode ser o caminho a seguir. A afirmação da cultura democrática numa sociedade faz-se pela aceitação do outro, pela sã troca de ideias e pelo respeito pelas opiniões que não nos são favoráveis. Em política não pode valer tudo. Na política devemos debater e discutir ideias e ideais, propostas e projetos, nunca assentar a discussão em torno de questões pessoais ou de extremismos. É este o voto que deixamos: que haja respeito entre adversários, assim como pelos eleitores e pela Democracia.

Torneio em Odemira junta seleções femininas sub-14 de andebol
As seleções regionais sub-14 femininas de andebol de Lisboa, Setúbal e Algarve/Baixo Alentejo participam, no sábado, 30, na edição deste ano do Sudoeste Andebol Cup,







