09h01 - quarta, 29/06/2011

PS do Baixo Alentejo critica extinção dos governos civis

PS do Baixo Alentejo critica extinção dos governos civis

A Federação do Baixo Alentejo (FBA) do PS não concorda com a extinção dos governos civis, anunciada na passada semana por Passos Coelho durante o discurso que fez na cerimónia da sua tomada de posse como primeiro-ministro.
Em comunicado, os socialistas baixo-alentejanos manifestam publicamente "o seu desacordo e forte protesto" contra a medida, que teve como primeira consequência prática a não nomeação de novos governadores civis.
Uma decisão que, sustenta a FBA do PS, no caso de Beja "é muito prejudicial" e que "priva a cidade e o distrito de dispor de uma instituição de representação dos seus interesses e direitos", sendo, por isso, "um grande e negativo golpe que não deve merecer o apoio dos cidadãos".
"Sempre lutámos para defender em Beja a sede das mais importantes instâncias do Estado e, nos últimos anos, vimos serem fixadas em Beja novas direcções regionais, casos da Autoridade para as Condições do Trabalho e da Entidade Regional de Turismo. Contudo, agora, invertendo esses ganhos, que havíamos conseguido, é excluída a mais importante entidade da representação político-administrativa do Estado em Beja", acrescenta o comunicado do PS.
A fechar, o PS do Baixo Alentejo saúda "todos aqueles que serviram como governadores civis do distrito, sob vários governos diferentes", e "particularmente o governador civil ora cessante, general Manuel Monge, o qual honrou o cargo que desempenhou, em prol do interesse público e geral, e num período de grandes ganhos políticos conseguidos para Beja e o Baixo Alentejo também graças à sua acção".


COMENTÁRIOS

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00:41, Quinta-feira, 30 de Dezembro de 2019
Centralismo vs parar tudo.
De certo onde há muito Bispo por exemplo Braga e Fatima.

O PSD_CDS não vão parar muito.


Que viva os governadores Civis se for para centralizar tudo.

22:50, Quarta-feira, 29 de Outubro de 2019
Antonio Ruas
O PS de BEja tambem tem que acordar... os governos civis são pura e simplesmente uma ma utilização dos recursos do pais, pois implicam uma maquina enorme em Lisboa, que deveria ser repartida pelo resto do pais numa regionalizaçao efectiva, em que não se criassem novas competencias, e logo novas atribuições de recursos inexistentes, mas onde se reutilizasem os recursos existentes para de uma forma mais proxima das populações se governasse melhor e com menos gente. |mais isso implicaria diminuir o monstro que existe em Lisboa... por isso ainda existiam governos civis,e as regiões, uma promessa adiada desde os primordios desta democracia. Todos os paises da Europa, inclusive alguns mais pequenos que Portugal tem uma forma ou outra de regionalização. Em Portugal perpetua-se o mo0nstro que ignora as reais necessidades das regiões e que as governa de forma arbitraria na maior parte das vezes. Sem governos civis, estou a ver o monstro a crescer...

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Data: 17/05/2019
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