Empresas que operam em setores de grande impacto económico desempenham sempre um papel determinante no desenvolvimento das regiões onde estão inseridas. A sua atividade, geradora de riqueza e emprego, também provoca transformações profundas no território, na paisagem e na vida das populações. Neste enquadramento, a responsabilidade social corporativa é hoje um pilar essencial da gestão moderna. Empresas conscientes de que o seu sucesso depende não só da rentabilidade, mas também da aceitação e confiança da comunidade, investem parte dos seus rendimentos em iniciativas locais que promovem a coesão social, a cultura e o desporto.
É o caso da ALMINA – Minas do Alentejo, concessionária da mina de Aljustrel, que esta semana voltou a entregar apoios financeiros a quase quatro dezenas de associações culturais, coletividades artísticas e clubes desportivos locais, que, por sua vez, reforçam a identidade e o dinamismo deste concelho.
Um investimento que gera uma espécie de “ciclo virtuoso” de desenvolvimento, em que a empresa contribui para a melhoria da qualidade de vida e, em contrapartida, beneficia de um ambiente social estável e cooperativo.
Ter uma política de responsabilidade social é, acima de tudo, um investimento no futuro: não apenas no seu, mas no de toda a comunidade. Ao apoiar associações e coletividades de caráter social, desportivo e artístico, as empresas cumprem um papel essencial na sustentabilidade económica e social dos territórios, contribuindo para que o desenvolvimento local se faça de forma equilibrada, participada e duradoura. Assim se extrai o melhor das pessoas e se fortalecem os laços que unem uma comunidade em torno do progresso comum.

Municípios do Baixo Alentejo contra reprogramação de fundos comunitários
Os municípios do Baixo Alentejo manifestaram esta terça-feira, 12, o seu “total desagrado e discordância” com a reprogramação intercalar do programa operacional regional Alentejo 2030,







