ULSBA integra projecto para apoiar no “luto prolongado”

ULSBA integra projecto para

A Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA) é uma das entidades do projecto “Optimizing the Mental Health and Resilience of Older Adults that Have Lost their Spouse Via Blended, Online Therapy”, que é desenvoolvido na área da Psiquiatria e visa apoiar idosos que perderam os seus cônjuges.
Financiado pelo “Active Assisted Living Programme”, a ULSBA integra um consórcio internacional do qual fazem também parte o Roessingh Research and Development (da Holanda), a National Foundation for the Elderly (Holanda), a DELA Natura-en levensverzekeringen N.V. (Holanda), a Universidade Nova de Lisboa, a Sensing Future Technologies (Portugal), a Universidade de Berna (Suíça) e a University of Applied Sciences and Arts, Olten e Nothing AG (Suíça).
De acordo com a administração da ULSBA, a perda de um cônjuge é uma ocorrência frequente nos últimos estádios da vida, sendo que grande parte dos idosos (25,4%) é incapaz de retomar a vida após a mesma, acabando “por sofrer de luto prolongado”, que pode resultar “em problemas mentais e físicos, como má qualidade do sono, problemas cardiovasculares, depressão, solidão e tendências suicidas”.
“A fim de impedir o luto prolongado, ou tratá-lo, para que as pessoas mais velhas em luto possam levar uma vida ativa, significativa e digna, desenvolveremos um programa on-line de luto, o ‘LEAVES’”, frisa a USLBA, acrescentando que o “LEAVES” ajuda os idosos “a processar a perda de um cônjuge num ambiente on-line empático e atencioso”.
Segundo a administração da ULSBA, este programa “pode detectar pessoas em risco de complicações e descobrir tendências negativas na sua vida emocional e agirá para combater essa tendência”, num serviço de tratamento on-line que, se possível, “será combinado com apoio por telefone ou pessoalmente quando necessário”.
“O serviço ‘LEAVES’ suaviza o processo de luto, evita a depressão ou o isolamento social, fortalece a resiliência e o bem-estar da pessoa viúva e acelera o retorno à participação da sociedade”, conclui a ULSBA.

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Correio Alentejo

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