PS de Serpa apela ao Governo para impedir fecho do laboratório de análises do hospital

PS de Serpa apela ao Governo para impedir fecho do laboratório de análises do hospital

A concelhia de Serpa do PS apelou ao Governo para “impedir o encerramento” do laboratório de análises clínicas do hospital da cidade, a partir de 01 de outubro, considerando tratar-se de um serviço “essencial”.
A medida, a avançar, “constituirá mais um factor de dificuldade” para os habitantes locais “devido à eliminação de um serviço essencial”, mas também “uma humilhação para esta cidade e para o concelho”, alerta o PS, em comunicado.
O laboratório de análises clínicas do Hospital de São Paulo, em Serpa, está previsto encerrar a partir de 01 de outubro, segundo confirmou à Agência Lusa, na semana passada, a administração da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA).
Os socialistas de Serpa defendem que o fim deste serviço, aliado ao fecho, já concretizado, de várias estações dos CTT no concelho, deve ser contestado pelo município local (CDU) e pelas juntas de freguesia.
“O PS insta a Câmara de Serpa e as juntas de freguesia a saírem da sua passividade e a assumirem uma atitude veemente de oposição ao encerramento dos CTT e do laboratório de análises clínicas”, pode ler-se no comunicado.
Também os três deputados eleitos pelo círculo eleitoral de Beja – um do PSD, outro do PS e um do PCP – devem interpelar o Governo “sobre a insensatez e injustiça” destas medidas.
Na semana passada, também a concelhia de Serpa do PCP, em comunicado, contestou o fecho do laboratório de análises clínicas, considerando a medida “lesiva dos interesses” das populações dos concelhos de Serpa, Moura, Barrancos e Mértola.
Os comunistas alegaram que, com o fim do laboratório, as análises vão passar a ser efectuadas no Hospital de Beja, o que “obriga à deslocação dos casos urgentes, deitando por terra o argumento de redução de custos”.
“É preciso lutar contra o fecho do laboratório de análises. É necessário que os utentes e munícipes contestem mais esta medida injusta e sem sentido”, defendeu o PCP.

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Correio Alentejo

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