Odemira projeta novas áreas de acolhimento empresarial

A Câmara de Odemira pretende avançar com a criação de novas áreas de acolhimento empresarial no concelho, para fazer face à procura que as atuais zonas industriais têm registado.

Em declarações ao “CA”, o presidente da autarquia, o socialista Hélder Guerreiro, reconhece que as atuais áreas de acolhimento empresarial (AAE) “estão esgotadas”.

Por isso mesmo, a Câmara Municipal tem em curso a obra de requalificação do edifício da antiga moagem de Sabóia, que será transformada em AAE, num investimento avaliado em cerca de um milhão de euros.

A empreitada “permitirá ter ali alguma capacidade de localização de empresas, principalmente start-ups e empresas mais pequenas e digitais nas áreas criativas”, frisa Hélder Guerreiro.

Nos planos da autarquia está igualmente a criação de “uma grande AAE em São Teotónio”, que Hélder Guerreiro considera ser “absolutamente vital que seja realizada neste mandato”.

O presidente da Câmara Municipal acrescenta que, no âmbito do processo da Área de Fracionamento Ilegal de Propriedade Rústica de Milfontes, “ficou definida uma área de 10 hectares para uma AAE”. E em Colos será criada uma área empresarial junto ao parque desportivo.

“Ou seja, nos próximos anos teremos quatro zonas de forte investimento na área do acolhimento empresarial”, destaca Hélder Guerreiro.

O autarca adianta ainda que, juntamente com o Matadouro do Litoral Alentejano, na freguesia de Vale de Santiago, a Câmara Municipal está a avaliar a ampliação “do cluster da carne” e ter, naquela zona, “um espaço industrial dedicado a este sector”.

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Correio Alentejo

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