As famílias vão deparar-se com uma subida generalizada dos preços de alguns bens e serviços no novo ano de 2026, apesar do recuo da taxa de inflação para 2,1% e de um novo alívio no IRS.
Rendas, telecomunicações, bilhetes de transportes e portagens são alguns dos serviços que vão acompanhar ou mesmo ultrapassar a inflação esperada para o próximo ano, mas há bens de consumo, como a carne e o peixe, cujos preços não vão dar tréguas, devendo aumentar acima desse valor.
Não é, contudo, o caso do pão, para o qual se espera uma ligeira subida, mas abaixo da inflação prevista.
A fatura da eletricidade ficará mais cara 1% no mercado regulado, mas mais barata entre 1% e 0,5% no mercado liberalizado, se o comercializador for a EDP Comercial ou a GALP.
A conta da farmácia também não deverá crescer, pois antibióticos, analgésicos, antidiabéticos e outros medicamentos que custem até 30 euros não vão subir de preço em 2026.








