Aljustrel. Associação COCARIA vai ter novo lar

O sonho já esteve mais longe de ser realidade! A COCARIA – Associação de Solidariedade Social de Rio de Moinhos pretende avançar com a construção de um novo lar de Terceira Idade, num investimento de mais de um milhão de euros que permitirá à instituição “colmatar uma falha” com que se debate diariamente.

“Este projeto é de extrema importância para a COCARIA, para  além de ser um sonho antigo, em que trabalhávamos já algum tempo”, assume a diretora-técnica da instituição, Sandra Silvestre.

Segundo esta responsável, a nova Estrutura Residencial para Pessoas Idosas (ERPI) da associação irá “colmatar uma falha” sentida diariamente, uma vez que muitos dos seus utentes “ficam sem apoio” durante a noite, pois o Centro de Dia e Apoio Domiciliário encerram às 19h30 “e são muitos os  que não tem apoio familiar por perto”.

O projeto da nova ERPI da COCARIA está avaliado num total de 1.071.250 euros, contando com um apoio do Estado de 836.600 euros, através da terceira geração do Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais (PARES 3.0).

Paralelamente, a associação celebrou “um acordo de cooperação” com o Município de Aljustrel, que irá comparticipar “metade do valor elegível privado”, avaliado num total de 236.650 euros.

“O projeto veio aprovado no passado dia 28 de fevereiro” e “aguardamos neste momento indicações para assinatura de contratos e da documentação necessária”, adianta a diretora-técnica da COCARIA, Sandra Silvestre, acrescentando que só após estes procedimentos formais é que será possível “ter uma ideia mais precisa” da data de arranque da empreitada.

O futuro equipamento permitirá a criação de 18 vagas na valência de lar, através de oito duplos e dois individuais, que se juntarão as 22 vagas em Centro de Dia e às 37 em Serviço de Apoio Domiciliário.

“Esta ampliação origina obrigatoriamente a reformulação de algumas áreas já existentes, bem  como a introdução de novos espaços”, observa a diretora-técnica da COCARIA, explicando que projeto prevê “o aproveitamento integral de todo o espaço existente”, “a melhoria  das condições laborais para muitos serviços já existentes” e “a criação de novos postos de trabalho”.

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Correio Alentejo

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