Sebastien Ogier lidera Rali de Portugal 2013

Sebastien Ogier lidera

francês Sébastien Ogier (Volkswagen) concluiu a primeira etapa do Rali de Portugal na liderança, posição que foi reforçada após a disputa da super-especial de Lisboa.
Numa especial destinada ao espectáculo e disputada junto ao Mosteiro dos Jerónimos, foram vários os motivos que levaram o muito público presente a dar por bem empregue o seu tempo, com os principais pilotos a lutarem até ao fim pela vitória no troço, enquanto alguns mais atrasados se evidenciaram por outros motivos, com vários toques e outras situações anómalas.
Destaque para Michal Kosciuszko, cujo capot do Mini se abriu depois do salto, numa altura em que ainda faltava cerca de metade da especial para cumprir. O piloto polaco realizou o resto do troço sempre com o capot aberto, arrancando bastantes aplausos por parte do público.
Na vertente competitiva, o finlandês Mikko Hirvonen (Citroen) deu finalmente sinal de que estava a competir, ao vencer a especial com o tempo de 2.53,6 minutos, mas foi apenas nove décimos de segundo mais rápido do que o francês Sébastien Ogier (Volkswagen), líder do mundial e que reforçou a sua vantagem no comando da prova, embora com apenas 4,4 segundos sobre o espanhol Dani Sordo (Citroen).
Enquanto Ogier foi confirmando ao longo do dia que é o principal candidato à vitória, Sordo rapidamente ganhou o estatuto de ser o piloto que poderá fazer frente ao gaulês, principalmente depois de ter vencido as terceira e quarta provas especiais de classificação.
Além de Sordo, o dia parecia que iria ser animado pelo norueguês Mads Ostberg, declarado vencedor da edição passada por desclassificação de Mikko Hirvonen.
O norueguês deu logo mostras na segunda prova especial de que vinha discutir a vitória, ao vencê-la e ao passar para a liderança, mas, na terceira especial, capotou com o seu Ford, hipotecando as aspirações no rali.
Entre o reduzido contingente luso, Ricardo Moura (Mitsubishi) assumiu logo no início a liderança, que não mais largou, embora, até final das classificativas da manhã, tenha sentido a oposição de Bruno Magalhães.
Um problema de bateria, provavelmente causado pelo alternador, segundo o piloto, obrigou-o a parar na ligação para Lisboa, hipotecando, em princípio, a luta pelo lugar de melhor português.
Este sábado, 13, cumpre-se a segunda etapa da prova, uma tirada com um total de 465,26 quilómetros, dos quais 158,54 cronometrados e divididos por seis provas especiais de classificação.

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Correio Alentejo

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