O futuro líder do PSD e o Baixo Alentejo

O futuro líder do PSD e o Baixo Alentejo

Melhores cuidados de saúde, conclusão das obras do IP8/A26, electrificação do troço ferroviário Casa Branca-Beja-Funcheira e aproveitamento do aeroporto de Beja: os mandatários distritais dos três candidatos à presidência do PSD partilham, no essencial, aquelas que devem ser, na sua opinião, as prioridades do futuro líder laranja relativamente ao Baixo Alentejo.
A par destas, o mandatário de Rui Rio, diz ser necessário o presidente do PSD “defender o principal sector de actividade” na região, a agricultura. “E deve promover medidas eficazes que levem ao crescimento da economia da região e que ajudem à fixação de população”, acrescenta Bernardo Nascimento.
Já João Guerreiro, mandatário de Montenegro, entende que o futuro líder social-democrata deve “criar condições substantivas que ajudem à união dos militantes e simpatizantes do PSD, para que, a uma só voz, possa reivindicar a concretização dos projectos que há muito os baixo-alentejanos reclamam”.
Finalmente, José Diogo Santos espera que o futuro presidente laranja tome medidas para enfrentar problemas como o “inverno demográfico”, o esvaziamento do interior e o “desinvestimento assustador”. “A grande prioridade será reinvestir no Baixo Alentejo nas várias áreas. É uma questão de justiça. O investimento na região possibilita estancar o isolamento, a desertificação. Não há filhos, não há netos, que queiram ficar numa terra onde não há emprego e perspectivas de vida de sucesso”, argumenta o mandatário de Miguel Pinto Luz.

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Correio Alentejo

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