Monoculturas intensivas preocupam autarcas

Monoculturas intensivas

Os autarcas do Baixo Alentejo estão preocupados com os impactos sociais e ambientais causados pelo crescimento das áreas de monoculturas intensivas e super-intensivas na região, sobretudo na zona de influência do Alqueva.
Numa moção apresentada pela CDU e aprovada por maioria em Abril, a Assembleia Intermunicipal da Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo (CIMBAL) defende ser “fundamental garantir um desenvolvimento integral e sustentado do território, garantindo a melhoria das condições de vida das populações, fruto da evolução económica resultante da actividade agrícola”.
“A qualidade de vida e saúde ambientais são pilares das comunidades, pelo que exigimos do Governo e restantes responsáveis a criação de um sistema de monitorização de indicadores ambientais, demográficos e sócio-económicos e de mitigação dos impactos, para a saúde pública e outros, nas regiões que estão a sofrer alterações profundas da sua estrutura agrária e/ ou produtiva, nomeadamente onde há intensificação da produção e expansão de monoculturas e ainda a criação de normas legais, de co-responsabilização, das empresas de prestação de serviços e utilizadoras do trabalho sem direitos e sem dignidade”, acrescenta a moção.
O documento vai ser enviado ao Presidente da República, primeiro-ministro, ministros do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, do Ambiente, e da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, e aos grupos parlamentares da Assembleia da República.

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Correio Alentejo

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