As verbas destinadas para Portugal, respeitantes aos fundos de coesão da União Europeia, previstos para 2028-2034, não estão definidas, nem a redução em cerca de 700 milhões de euros para o Alentejo.
A informação foi dada esta semana pelo ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, no Parlamento, durante uma audição na Comissão de Economia e Coesão Territorial, conjunta com a Comissão da Reforma do Estado e Poder Local.
“O Governo não confirma que o Alentejo vai perder 700 milhões de euros no próximo quadro financeiro plurianual, no próximo ciclo de programação, nem esse valor, nem qualquer outro valor em concreto”, disse o governante.
Castro Almeida falou aos deputados na sequência de um requerimento apresentado do Chega sobre a “previsão de o Alentejo ter uma redução em cerca de 700 milhões de euros no respeitante aos fundos europeus de coesão da União Europeia, previstos para 2028-2034″.
“Ninguém, eu repito, ninguém está em condições de definir quanto caberá a cada região do país e, por isso, não se sabe ainda qual é que é o valor a que Portugal vai ter direito, muito menos quanto é que cada região irá receber”, frisou, garantindo que o Governo “tudo fará” para que o Alentejo não seja prejudicado.












