Fontes Bárbaras tem nova adega

Fontes Bárbaras

Mais espaço e maior capacidade para trabalhar na qualidade: são estas as principais mais-valias da nova adega da Herdade das Fontes Bárbaras, na freguesia de Entradas (Castro Verde). As obras de ampliação da adega foram inauguradas no último sábado, 11 de Maio, e representam “a concretização de um sonho” para o proprietário da herdade.
“Já tínhamos uma adega, mas era pequena. Agora temos uma adega a sério, com uma sala de provas como deve ser e todas as condições para receber as pessoas. E isso é a concretização de um sonho”, reconhece Diogo Perdigão em declarações ao “CA”.
De acordo com o produtor, a Herdade das Fontes Bárbaras conta actualmente com 25 hectares de vinha em produção, a que se juntarão mais 17 a partir da vindima de 2020. A produção anual ronda os 300 mil litros de vinho, sendo que a renovada adega permitirá uma resposta mais adequada às necessidades da produção.
“Não tínhamos capacidade para a área de vinha que temos”, admite Diogo Perdigão, vincando que a nova adega possibilitará melhorar a qualidade do produto final. “Essa foi sempre a nossa aposta, ou seja, não ter vinho só por ter. Mas tínhamos um grande défice de espaço, porque o vinho engarrafado tem de estagiar em garrafa. E esta adega agora dá-nos essas condições para termos cada vez melhores vinhos. E é isso que queremos: passar para outro patamar”, diz.
Presentes no mercado desde 2011, os vinhos da Herdade das Fontes Bárbaras têm vindo a conquistar cada vez mais clientes, sobretudo no Baixo Alentejo e também já no Algarve. “Agora daqui para a frente é que vamos ter área para termos mais vinho engarrafado para o mercado consumir”, nota Diogo Perdigão, adiantando que o mercado principal da adega são os particulares. “Mas está a haver alguma procura por parte de garrafeiras e de alguns restaurantes, que estão a começar a gastar os nossos vinhos”, diz.
Além do mais, continua Diogo Perdigão, a nova adega também reforça a vertente turística da herdade, onde já funciona uma unidade de turismo rural. “As pessoas podem visitar a adega, mesmo sem marcação, e ver toda esta área de vinha, que está formidável. Parece um oásis”, conclui sorridente.

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Correio Alentejo

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