O novo ano de 2013!

Sexta-feira, 18 Janeiro, 2013

Hélder Guerreiro

Chegou 2013 e eu, primeiro, quero agradecer aos leitores do blogue “Alentejo do Baixo” porque, desde que voltei regulamente a escrever, nos últimos quatro meses (Setembro, Outubro, Novembro e Dezembro) foram mais de 2.200 leitores por mês. Em Dezembro estivemos muito perto de ultrapassar os 2.600 leitores. Eu sei que não são os números que importam, assim frios e desumanizados mas foram 2.600 pessoas que leram, pelo menos tentaram ler, algum dos meus artigos.
A única coisa que eu espero é que vocês, que leram e comentaram (algumas só para o meu mail), sintam que eu contribuí para melhor terem formulado uma ideia, que vos tenha tocado com muitos dos meus desabafos, com o meu raciocínio às vezes anárquico mas que procura ser o mais próximo possível de todos vós. Contribuam mais! É um apelo a que enviem comentários e enviem textos e faremos, juntos, um espaço de reflexão para todos de todos.
Chegou 2013 e com ele chegaram duas notícias:
Uma do governo com a recente aprovação da proposta de Lei das Finanças Locais que mais não é do que uma mediocridade sem rasgo de inovação, sem compromisso que não seja limitar a autonomia e o financiamento dos/aos municípios e empurrando com a “barriga” propostas (impostos locais e financiamento das CIM’s) que não quer, não tem coragem ou não sabe dizer/explicar. Lamentável é muito pouco!
Por fim, segunda noticia, o Comissário Olli Rehn decidiu dizer-nos que 2014 será um ano de austeridade em Portugal (pouco interesse tem a promulgação do Orçamento de 2013 por Cavaco Silva). Lá se vai a viragem em 2013 que o nosso, lamentável, Passos Coelho anunciou.
Chegou o ano de 2013, dá que pensar não dá? Agora que o olhamos de frente, para toda a sua extensão, todos os meses, semanas e dias que o compõem!
Fazer o quê!? Enfrenta-lo e vivê-lo um dia após o outro. Muitos falam e sobreviver e eu temo que esse modo de vida, sem amanhã planeado, não seja a melhor forma de o vivermos concretizando esperança!
Temo pela minha família, pelos meus amigos e por todos aqueles que conheço e muitos, sei que já estão em dificuldades. Temo pelo meu concelho e pelo meu país! O que nos havia de acontecer, que raiva!
A frase de 15 de Setembro, “Devolvam-nos as nossas vidas”, tem tanto de conteúdo, como de desespero e de raiva. É uma mistura de abandono mas também é o sinal de que se não nos devolverem as nossas vidas temos que ser nós, todos juntos, a ir á procura delas! Família, amigos e conterrâneos cerremos os dentes e juntos, em cooperação e em solidariedade, abracemos uma luta pelas nossas vidas, pelas nossas famílias, pelo nossos amigos e pelo nosso território (lar).
Façamos isso em 2013!

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