A casa onde o escritor alentejano Fialho de Almeida viveu ao longo de 18 anos na vila de Cuba foi classificada pelo Governo como monumento de interesse público.
Segundo a portaria da classificação, assinada pelo secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, e publicada esta quinta-feira, 10, em Diário da República, Fialho de Almeida viveu na casa entre 1893, após ter casado com uma proprietária rural da região, e 1911, quando faleceu.
O valor patrimonial da casa, um imóvel térreo, que conserva "intactas" as características arquitectónicas originais, "estende-se à sua associação" a Fialho de Almeida, uma "relevante figura da literatura portuguesa", refere a portaria.
Por isso, a casa configura "um testemunho importante do ponto de vista da identidade e da memória colectiva nacional e um indubitável ponto de referência histórica e simbólica da sua comunidade".
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