Câmara de Almodôvar vai criar Balcão Único

Câmara de Almodôvar vai criar Balcão Único

A Câmara de Almodôvar vai avançar com a criação de um Balcão Único Municipal no edifício mais antigo dos Paços do Concelho. O projecto está avaliado em quase 300 mil euros e conta com um apoio de cerca de 150 mil euros por parte do Governo, através do Programa BEM-Beneficiação de Equipamentos Municipais.
De acordo com o autarca António Bota, o projecto visa a criação de um Balcão Único “moderno, com software e mobiliário para atendimento personalizado”, inclusive “para pessoas com mobilidade reduzido”. “Julgo que até ao Verão de 2020 a obra estará terminada”, adianta ao “CA”.
Paralelamente, a autarquia tem em andamento o projecto “Almodôvar Mais Próximo”, que tem como objectivo a modernização administrativa dos serviços. “Já comprámos servidores, computadores, software e algum mobiliário”, revela António Bota, adiantando que também este projecto tem um apoio de cerca de 140 mil euros através do SAMA.
Na opinião do edil almodovarense, estes dois projectos vão “preparar a Câmara Municipal para as novas exigências do público e para as novas exigências ao nível do atendimento de pessoas com mobilidade reduzida”. “Estamos a preparar a Câmara de Almodôvar para que tenha uma resposta para qualquer cidadão”, acrescenta.

O projecto do Balcão Único Municipal em Almodôvar é um dos 38 apoiados pelo Governo, através do Programa BEM, que visa apoiar iniciativas de natureza municipal que promovam a coesão territorial e o aumento da capacidade de atracção dos territórios do interior.
“Aquilo que se pretende [com o Programa BEM] não é pagar obra nova, não é fazer de novo, mas antes beneficiar a obra que já existe”, explica ao “CA” o secretário de Estado das Autarquias Locais.
De acordo com Carlos Miguel, este programa permite “dar nova vida àquilo que é velho”, com a vantagem de ser destinado apenas aos territórios de baixa densidade. “E isso é outro sinal que se dá [por parte do Governo]: nos municípios de baixa densidade temos que ter equipamentos que sejam úteis e de fácil acesso para as pessoas, porque sem equipamentos é mais fácil a desertificação dos territórios”, justifica.

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Correio Alentejo

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