Aljustrel, Almodôvar e Ourique exigem reabertura dos Correios

Aljustrel

Faz nesta sexta-feira, 12 de Julho, precisamente um mês que o presidente do concelho de administração dos CTT, João Bento, deixou uma garantia na Assembleia da República: a empresa não irá encerrar mais nenhuma loja em todo o país. Ao mesmo tempo, a empresa postal prevê reabrir alguns dos espaços que entretanto concessionou a terceiros, entre os quais as lojas de Aljustrel, Almodôvar e Ourique, encerradas em 2018. Uma promessa que os autarcas destes três concelhos receberam com satisfação, esperando agora que esta seja cumprida com a maior celeridade possível.
Em Aljustrel o tema já foi discutido entre o presidente da autarquia e os responsáveis distritais dos CTT, que garantiram a reabertura da loja local “nos próximos meses”, depois desta ter sido concessionada em Outubro de 2018.
“Regozijei-me com esta comunicação avançada decorrente do que já era público”, vinca Nelson Brito, garantindo que assim que os CTT reassumirem a gestão da sua loja na “vila mineira” será retirada “a acção judicial interposta” pelo Município aquando do encerramento.
Também o presidente da Câmara de Almodôvar aguarda com expectativa o regresso da loja dos CTT à gestão da empresa, depois da sua concessão em Fevereiro de 2018. Ainda assim, António Bota garante não ter informação sobre os prazos definidos pelos CTT para que esta pretensão seja realidade.
“Foi uma grande asneira [dos CTT] fechar o posto de Almodôvar – e não só – e será muito bem-vindo que volte a abrir. Não sei quando nem em que moldes, mas prestando os serviços que sempre foram prestados e até adicionando mais serviços para tornar o sistema sustentável economicamente”, defende Bota.
“Esperar para ver” é, para já, a posição assumida pelo presidente da Câmara de Ourique, vila onde a loja dos CTT passou para gestão de terceiros em Novembro do ano passado.
“Ainda não temos data [prevista para a reabertura] e, tal como disse no primeiro dia, esperamos e aguardamos para ver, esperando que essa gestão passe para a responsabilidade directa da empresa”, afirma Marcelo Guerreiro, lembrando que o Município sempre se opôs a esta decisão dos CTT. “Sempre defendemos que os CTT prestam um serviço público e, como tal, que deve estar salvaguardada a qualidade e o interesse público”, conclui.

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Correio Alentejo

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