A Câmara de Almodôvar faz um balanço “bastante positivo” da edição deste ano da FACAL – Feira de Artes e Cultura de Almodôvar, que se realizou entre os dias 3 e 5 de julho, considerando que o certame “confirmou a sua grandiosidade e importância no panorama regional” e afirmou-se “como um marco de eficácia financeira”.
Em comunicado enviado ao “CA”, a autarquia refere que neste ano foi possível “reduzir os custos em perto de 200 mil euros face ao ano anterior, sem comprometer a qualidade, a dimensão ou o prestígio do evento”.
A mesma fonte explica que, em 2026, “a FACAL representou um investimento municipal de 371.122,69 euros, valor significativamente inferior aos 564.321,04 euros registados em 2025”.
“Esta diferença traduz-se numa redução exata de 193.198,35 euros, sendo considerada pela autarquia um exemplo de sucesso ao nível da gestão e da otimização operacional”, frisa o município, acrescentando que, “em termos comparativos, o investimento municipal tinha sido de 401.889,17 euros em 2024 e de 373.659,02 euros em 2023”.
De acordo com o executivo liderado pelo social-democrata José Tadeu Freitas, “este resultado foi alcançado através de alterações estratégicas na estrutura do evento, que permitiram uma melhor otimização dos recursos e do espaço nas suas diversas valências”.
No comunicado, a autarquia reafirma o seu “compromisso de continuar a utilizar os dinheiros públicos com critério, responsabilidade e rigor, assegurando simultaneamente a qualidade e a eficiência das iniciativas desenvolvidas em prol do concelho”.
Por isso, conclui, a FACAL afirmou-se em 2026 “como um dos maiores eventos culturais da região, demonstrando que é possível fazer mais e melhor através de uma gestão pública eficiente, orientada para os interesses dos munícipes”.












