“Empreendedorismo” é, seguramente, uma das palavras que mais vezes ouvimos nos últimos anos. Quase como um mantra, empresários, professores e agentes políticos (entre muitos outros) têm feito constantemente a apologia do “empreendedorismo” enquanto ferramenta indispensável para termos uma economia mais robusta e resiliente.
Por norma, à palavra “empreendedorismo” surgem associados muitos termos em inglês e, quase sempre, esta aponta para áreas de negócio como as novas tecnologias ou que se sustentem nestas para alcançar o sucesso.
Mas olhando ao quadro atual das empresas em Portugal (e na nossa região), verificamos que estas continuam a ser maioritariamente de pequena e micro dimensão, muitas vezes alicerçadas em laços familiares e ligadas a atividades ditas “tradicionais”. Quer isto dizer que não existem “empreendedores” entre estes empresários? Nada mais errado!
Por “empreender” deve-se entender o ato de criar soluções novas, assumindo riscos calculados para transformar ideias em negócios viáveis, gerando valor e, muitas vezes, empregos. “Empreender” implica iniciativa, identificação de oportunidades, planeamento estruturado e execução. É isto que todos os nossos empresários fazem (ou tentam fazer).
Por isso, quando estamos a incentivar o “empreendedorismo”, estamos a incentivar a vontade de fazer e a capacidade de arriscar. E é por isso que iniciativas como os prémios “Castro Empreende Mais”, da Câmara de Castro Verde (em parceria com a Boliden Somincor), ou “Espírito Empreendedor”, da Câmara de Odemira, são tão importantes. Porque valorizam quem sonha e quem faz acontecer, sobretudo entre os mais jovens. E é isso que a nossa economia necessita!

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