Para o deputado socialista Pedro do Carmo, António José Seguro é o candidato que surge melhore preparado para assumir funções no Palácio de Belém.
“É a candidatura da decência, do respeito pela Constituição, que dá voz e que vai ouvir todos os portugueses. Além disso, António José Seguro […] é um homem que conhece e que nasceu no interior”, diz em entrevista ao “CA” o antigo presidente da Câmara de Ourique, que também preside à Assembleia Geral da Associação Seguro à Presidência.
Porque razão deve ser António José Seguro o próximo Presidente da República?
A candidatura de António José Seguro foi crescendo ao longo de toda a campanha eleitoral e mostrou que era uma candidatura por Portugal e abrangente. Como ele próprio diz, é a candidatura da decência, do respeito pela Constituição, que dá voz e que vai ouvir todos os portugueses. Além disso, António José Seguro tem uma proximidade muito grande com o interior, é um homem que conhece e que nasceu no interior. Por isso, é uma candidatura abrangente, para servir Portugal e os portugueses, para dar voz e não para dividir.
António José Seguro protagoniza “uma candidatura abrangente, para servir Portugal e os portugueses, para dar voz e não para dividir”.
Se Seguro ganhar, será um Presidente de esquerda num momento em que os principais órgãos de soberania são liderados pela direita. Por esta via, poderá haver também aqui um reequilíbrio no sistema político nacional?
António José Seguro já mostrou que é um homem formalista, defensor da Constituição. O nosso sistema político é um bom sistema político, mas também é tanto melhor se tiver estes equilíbrios. E a Presidência da República será esse equilíbrio necessário. Como ele próprio disse, os portugueses nunca quiseram pôr os ovos todos no mesmo cesto. E é isso que os portugueses querem, que o sistema se mantenha equilibrado, para que não penda só para um lado.
Quais deverão ser as prioridades do próximo Presidente da República?
António José Seguro, também aí foi diferente, porque foi proactivo. Colocou na ordem do dia as questões que ele iria priorizar no seu mandato como Presidente da República e como se sabe, a saúde surge como a primeira prioridade. Disse sempre diretamente que chamará o primeiro-ministro para que se encontrem as soluções que ele considera inadmissíveis no nosso país ao nível da saúde. Nomeadamente nas regiões do interior.












