O candidato presidencial António José Seguro garantiu esta quarta-feira, 4, em Castro Verde, que caso vença as eleições de domingo, 8, vai ser um Presidente da República “que une, que agregue, moderado e dialogante”.
Vou ser “um Presidente que não foge aos problemas, os encara de frente, mas encontra nas regras da democracia as soluções para colocar todos, particularmente o Governo, exigindo-lhe resultados no sentido de encontrar as melhores respostas para que os portugueses possam ter uma vida melhor”, frisou Seguro durante a sua intervenção num almoço com apoiantes, no Cine Castrense, que teve “casa cheia”.
Num discurso que arrancou com uma homenagem aos mineiros, o candidato à Presidência da República começou por agradecer a viola campaniça que recebeu de oferta das mãos do presidente da Câmara de Castro Verde, o socialista António José Brito.
“É um símbolo da nossa cultura e, de facto, nós somos um povo fantástico, porque conseguimos juntar esse talento, esse trabalho e o risco a uma cultura que nos faz ser um povo singular”, sublinhou.
Depois, António José Seguro afirmou que “nunca foi tão fácil identificar o que separa os dois candidatos” que disputam a segunda volta destas eleições Presidenciais.
“E a pergunta que eu vos faço é muito clara. O país aceita ter um caminho e viver cinco anos de turbulência, de divisão, de semear ódio, pôr portugueses uns contra os outros, de fazer oposição a partir de Belém contra o primeiro-ministro. É isso que os portugueses querem?”, questionou.
Seguro disse igualmente que enquanto a sua candidatura quer “mudar o regime”, o seu adversário “quer mudar de regime”.
“Mas nós não vamos permitir que se mude de regime porque amamos o nosso regime e a maneira como vivemos nele”, concluiu.












