Votar com consciência

Carlos Pinto

JORNALISTA | DIRECTOR DO "CA"

No domingo, 18 de janeiro, vamos todos votar e escolher (muito provavelmente) os dois candidatos que, entre os 11 atualmente em campanha, irão à segunda volta nas eleições para a Presidência da República.
Votar é sempre um ato de cidadania, um direito que nos assiste e um dever que nos obriga a dar o nosso contributo para a sanidade da democracia. E nestas eleições, mais do que nunca, é necessário votar em consciência, tendo em conta os desafios internos e as ameaças externas que o nosso país enfrenta.
A escolha será sempre individual e da responsabilidade de cada um, mas neste momento coletivo é importante que a escolha recaia naquele que entendemos que reúne as maiores capacidades para, no exercício das suas funções, defender a democracia e o respeito pela Constituição, ser garante de estabilidade política e social, e assumir um papel de liderança nas cada vez mais conturbadas relações internacionais.
Por tudo isto, as eleições de domingo (e a mais que previsível segunda volta) são um momento decisivo para o país que vamos ter nos anos vindouros. Votar é tão essencial quanto necessário. Sempre em consciência e com a plena compreensão das consequências da opção que cada um vier a tomar na sua inatacável liberdade individual.

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