Valorizar os recursos locais e melhorar os serviços públicos são duas das metas do projeto que a Câmara de Odemira vai dinamizar para impulsionar o desenvolvimento de territórios rurais do concelho.
A estratégia ISTO – Inovação e Sustentabilidade no Território de Odemira vai ter um financiamento de 750 mil euros por parte do programa operacional Alentejo 2030, no âmbito do concurso Parcerias para a Coesão Não Urbanas, cujos acordos de compromisso foram assinados na passada semana em Évora.
Fonte municipal adianta ao “CA” que a iniciativa vai abranger os territórios de Sabóia, Santa Clara-a-Velha, Luzianes-Gare e São Martinho das Amoreiras, todos no interior do concelho.
O objetivo é “valorizar os recursos locais, melhorar os serviços públicos, dinamizar a economia, atrair pessoas e investimento para áreas de baixa densidade populacional”.
“Esta estratégia aposta na transformação sustentável, inclusiva e inovadora nas freguesias do interior do concelho, com o objetivo de promover práticas sustentáveis que reduzam o impacto ambiental, estimular a inovação verde, integrando tecnologia e soluções ecológicas e fortalecer a coesão social, através da criação de espaços que acolham e incluam a diversidade”, reforça a mesma fonte.
Para alcançar estas metas, serão dinamizadas “parcerias locais e estratégias inovadoras” que reforcem “a coesão territorial” e contribuam “para o desenvolvimento sustentável das regiões rurais”.
Para tal, a estratégia ISTO conta com a colaboração das juntas de freguesia de São Martinho das Amoreiras, Luzianes-Gare e Santa Clara-a-Velha e Sabóia.
A estas juntam-se a Associação para o Desenvolvimento de Amoreiras-Gare (ADA), a Associação para a Produção do Medronho (ARBUTUS), a Associação São Martinho Terra e Gente, a Associação Cultural Zut e o Centro de Biotecnologia Agrícola e Agroalimentar do Alentejo (CEBAL).












