Volta ao Alentejo em bicicleta arranca em Mora e passa por Mértola e Aljustrel

Volta ao Alentejo em bicicleta arranca em Mora e passa por Mértola e Aljustrel

Pouca montanha, muita planície e quatro chegadas previsivelmente emocionantes e discutidas ao milímetro: será assim, segundo os experts na matéria, a 29ª edição da Volta ao Alentejo em bicicleta, que sai para a estrada esta quinta-feira, 9, na vila de Mora e termina quatro dias (e 688 quilómetros) depois na “vizinha” localidade de Redondo.
Organizada pela empresa João Lagos Sports e pela CIMAC – Comunidade Intermunicipal do Alentejo Central, a prova apresenta este ano um pelotão com 17 equipas (entre as quais três espanholas, uma francesa e uma holandesa) e o seu director, Joaquim Gomes, espera uma corrida capaz de fazer justiça ao estatuto conquistado desde 1983.
A Volta ao Alentejo em bicicleta “é uma das mais carismáticas provas velocipédicas do país e um factor de identidade da região, porque é um evento em que todos os alentejanos se revêem”, sublinha o antigo ciclista, que também venceu a “Alentejana” no já distante ano de 1988.

Regresso a Campo Maior e Mértola
A primeira etapa da 29ª edição da Volta ao Alentejo em bicicleta arranca às 11h25 de quinta-feira, 9, em Mora e termina a meio da tarde em Campo Maior (que não recebia a caravana da “Alentejana” há mais de 20 anos), após 170 quilómetros sem dificuldades de maior.
Na sexta-feira, 10, o pelotão vai percorrer quase 177 quilómetros entre Vila Viçosa e Mértola (onde a prova não chegava desde 1996), enquanto que no sábado, 11, os ciclistas vão ligar Aljustrel a Reguengos de Monsaraz, num total de 175 quilómetros.
A “Alentejana” de 2011 termina no domingo, 12, em Redondo, depois do pelotão percorrer quase 170 quilómetros entre esta localidade e Montemor-o-Novo.

Tradição para manter?
O grande pólo de atracção da Volta ao Alentejo em 2011 será saber se a tradição da corrida vai, finalmente, ser quebrada. Em 28 edições, a prova conta outros tantos vencedores e este ano só mesmo o português Sérgio Ribeiro, que triunfou na “Alentejana” de 2006, pode sonhar em terminar a competição envergando pela segunda vez a camisola amarela.
O percurso da Volta ao Alentejo em 2011 até favorece as características de sprinter do ciclista da Barbot-Efapel, que é visto por muitos como o grande favorito à vitória final juntamente com o colega de equipa Filipe Cardoso e com Samuel Caldeira, do Tavira-Prio.
O pelotão da Volta ao Alentejo conta perto de 130 ciclistas em representação de 17 equipas: as portuguesas Tavira-Prio, Onda-Boavista, LA Alumínios-Antarte, Barbor-Efapel, Louletano-Loulé Concelho, Bicicó, Mortágua-Basi, Liberty Seguros-Santa Maria da Feira, ASC-Vitória-RTL, Maia Bike Team e Pauperval-Valongo, as espanholas Caixanova, Orbea e KTM Murcia, a francesa La Pomme e a holandesa Rabobank Continental.

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Correio Alentejo

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