Pedro do Carmo: “Trabalhar para as pessoas”

Pedro do Carmo: “Trabalhar para as pessoas”

Pedro do Carmo, cabeça-de-lista do PS, elogia resultados obtidos pelo Governo de António Costa e frisa que é preciso “continuar o trabalho iniciado” em 2015 na região e no país.

Por que razão devem os baixo-alentejanos votar PS no dia 6 de outubro?
É preciso continuar o trabalho que foi iniciado. Fizemos muito, não fizemos tudo o que queríamos. Só o PS garante a continuidade de um caminho que começámos a percorrer desde 2015, de reposição dos rendimentos, de recuperação do investimento nos serviços públicos e de valorização do Interior. Só o PS assegura o sentido de equilíbrio que permite conjugar atenção às pessoas e aos territórios, às contas certas e à plena participação na União Europeia. Só o PS garante uma intervenção do lado da construção de soluções, sensata, sustentada e orientada exclusivamente pela defesa do interesse da região e não pelos directórios centrais dos partidos. Confiança, equilíbrio e sentido positivo são marcas de quatro anos de uma intervenção parlamentar em defesa do Mundo Rural, do potencial do Baixo Alentejo e marcas da nossa identidade. Ninguém como os eleitos do PS para o continuarem a fazer. Fizemos desde 2015, precisamos de continuar o trabalho iniciado.

Está convicto que, oito anos depois, o PS voltará a ter dois deputados na região?
Estou convicto de que demos voz e trabalhámos com o foco exclusivo nas pessoas e no Baixo Alentejo. Estou certo de que temos uma grande equipa, um bom compromisso de trabalho com a nossa ruralidade e que podemos aprofundar o caminho iniciado. Quanto ao resto, será a Democracia a funcionar. O importante é que os baixo-alentejanos votem e escolham em quem depositam a sua representação. Por nós, estamos aqui para continuar a dar voz, a trabalhar e a tomar a iniciativa na concretização de soluções sustentáveis para as pessoas, os territórios e o nosso mundo rural. Todos os votos contam para dar confiança e força em quem é o garante de que não voltamos para trás, nem vamos por caminhos sem futuro.

Qual o maior desafio que se coloca à região nos próximos quatro anos?
O desafio da qualificação dos factores de fixação e de qualidade de vida. Melhorar os cuidados de Saúde Pública, melhorar a Escola Pública, ampliar as oportunidades, reforçar as dinâmicas económicas, continuar a solucionar as questões da mobilidade, encontrar pontos de equilíbrios ambientais não lesivos do Mundo Rural e tudo o que possa concorrer para a qualidade de vida e a coesão territorial. Sabemos que há problemas que persistem, novas realidades e desafios de futuro, o essencial é não perder a oportunidade de reconhecer que iniciámos um caminho, com humanismo e com equilíbrio, que deve ser continuado. Para continuar a resolver problemas e a concretizar respostas no Baixo Alentejo e no país. É esse o grande desafio: continuar a trabalhar para as pessoas e para as nossa terras. Estar próximo e ter a mesma voz e cara em Bruxelas, em Lisboa e em Beja.

Nesse sentido, quais devem as prioridades do próximo Governo relativamente ao Baixo Alentejo?
A prioridade e o foco estão sempre nas pessoas, em função das disponibilidades dos recursos e da sustentabilidade das opções. É fundamental que o governo continue a somar atenção, esforço e investimento ao trabalho das autarquias locais. Continuar a desbloquear os problemas estruturais da mobilidade. Continuar a valorizar as respostas dos serviços públicos, tendo em conta aos passivos acumulados e as novas dinâmicas, por exemplo, do envelhecimento da população. Continuar a encontrar equilíbrios que salvaguardem o Mundo Rural, valorizem o potencial agro-alimentar e contribuam para sustentabilidade da vida no território. Estes são pilares fundamentais de um compromisso com o Baixo Alentejo que procura responder ao presente e concretizar soluções para o futuro. Não nos limitamos, nunca nos limitámos, a apenas sublinhar os problemas. O nosso compromisso é para nos batermos e concretizarmos soluções. Na Saúde, na Educação, na Mobilidade, no apoio ao Mundo Rural, no apoio a quem gera emprego e na qualidade do emprego, e em tudo que mexa com a qualidade de vida das pessoas, em articulação com as autarquias locais. O foco tem de ser sempre o trabalho na melhoria das soluções.

Que avaliação faz destes quatro anos de governação PS?
A avaliação que conta é a dos cidadãos. A 6 de Outubro, a escolha é entre a continuação do trabalho iniciado, com equilíbrio e com foco nas pessoas, ou em caminhos de incerteza. A escolha é entre quem provou ser possível compatibilizar devolução de rendimento com contas certas ou quem não o fez no passado ou acha que os recursos são ilimitados. A escolha é entre quem reduziu o desemprego e que o aumentou ou quem desconfia da importância dos agentes económicos na geração de oportunidades de emprego. Com orgulho estivemos na primeira linha da defesa de políticas para as pessoas e para o Mundo Rural. Não fizemos tudo o que queríamos, mas iniciámos importantes projectos de valorização da vida no Interior, em contraste com o passado dos governos PSD/CDS ou com o mero sublinhar de problemas de outros. Precisamos de prosseguir esse trabalho positivo, sob a liderança do PS e sem bloqueios que possam colocar em risco o caminho percorrido ou perturbar as realidades do Mundo Rural. Portugal é hoje um exemplo europeu de uma governação que virou a página da austeridade, melhorou a vida das pessoas, gerou confiança para a criação de emprego e superou boa parte das metas orçamentais a que se propunha. Em Portugal há hoje uma maior consciência sobre a importância do Interior e do Mundo Rural como pilares de desenvolvimento económico e de coesão territorial. Podemos melhorar ainda mais? Claro que sim, com a confiança no PS para continuar o caminho iniciado. Temos muito trabalho a fazer. Temos que continuar a dar voz à realidade do Mundo Rural e a concretizar respostas. Só o PS pode garantir a continuação do caminho iniciado, sem perturbações que impliquem riscos. Está nas mãos de cada um decidir, voltar para trás, sair da rota ou continuar. A 6 de Outubro os portugueses decidem.

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Correio Alentejo

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