Hospital de Beja faz primeiro implante de "pacemaker" de segunda geração

Hospital de Beja faz primeiro implante de "pacemaker" de segunda geração

O primeiro implante no Alentejo de um <i>pacemaker</i> de segunda geração, que permite a portadores fazerem sem limitações a ressonância magnética, um dos principais exames para diagnosticar doenças oncológicas e neurológicas, foi feito no Hospital de Beja.
O novo <i>pacemaker</i> é “compatível com a técnica de ressonância magnética” e traz “uma nova esperança” aos portadores, que vão poder fazer o exame “sem qualquer limitação”, explicou à Lusa o médico cardiologista do Hospital de Beja que realizou o implante há uma semana, Luís de Moura Duarte.
Segundo o médico, devido à possível ocorrência de arritmias, danificação do <i>pacemaker</i> e risco de morte, já foi recusada a “muitos doentes” com o dispositivo a realização de exames de ressonância magnética, cuja aplicação é “crescente” e “muitas vezes insubstituível no diagnóstico”.
Cerca de dois milhões de pessoas já colocaram <i>pacemakers</i> na Europa e estima-se que “50 a 75 por cento” dos portadores em todo o mundo “venham a necessitar de realizar uma ressonância magnética ao longo da sua vida”.

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Correio Alentejo

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