Espaços da Fundação Eugénio de Almeida de "portas abertas"

Espaços da Fundação Eugénio

O enoturismo e o lagar da Cartuxa ou o Páteo de São Miguel são algumas das valências da Fundação Eugénio de Almeida, em Évora, que vão estar de "portas abertas" ao público esta quinta e sexta-feira, dias 25 e 26.
Estes e outros espaços podem ser visitados no âmbito do Dia Aberto da Fundação Eugénio de Almeida (FEA), que abre portas à comunidade, nestes dois dias, para “reforçar os laços de proximidade” com a região onde está inserida.
Segundo divulgou a FEA, o objectivo é também dar a conhecer a actividade que desenvolve nos campos social, cultural e de desenvolvimento económico, assim como os seus espaços e a equipa que integra.
O programa do Dia Aberto inclui visitas ao Enoturismo Cartuxa, na Quinta de Valbom, à exploração agro-pecuária, na Herdade de Pinheiros, e ao Lagar Cartuxa, na Herdade do Álamos da Horta.
O conjunto arquitectónico do Páteo de São Miguel, onde está a sede da fundação e o pólo museológico da Colecção de Carruagens da família Eugénio de Almeida, e o Fórum Eugénio de Almeida, no centro histórico de Évora, também vão poder acolher os visitantes.
Esta quinta-feira, 25, os destinatários do evento são os alunos das escolas básicas e secundárias, seguindo-se, na sexta-feira, 26, a vez do público em geral.
O Paço de São Miguel, a Colecção de Carruagens e o Fórum Eugénio de Almeida, nesse segundo dia, vão ainda estar abertos em horário nocturno.
A FEA é uma instituição de utilidade pública, sem fins lucrativos, criada em 1963, por Vasco Maria Eugénio de Almeida.
Promover o desenvolvimento integrado da região de Évora, numa perspectiva de valorização do capital humano e da sustentabilidade, através da criação de oportunidades culturais, educativas, sociais e espirituais para as pessoas, é a missão da instituição.
Segundo a fundação, a família Eugénio de Almeida, pertencente à alta burguesia portuguesa do século XIX”, foi “visionária, empreendedora e humanista”.
Radicada em Lisboa, esta família detinha uma das maiores fortunas da época, fazendo parte do seu património todo o Parque Eduardo VII (no então designado Casal de Montalmeida) e parte significativa do Parque de Monsanto.
Os Eugénio de Almeida destacaram-se pelo seu “notável espírito empreendedor”, materializado numa carteira de negócios diversificada e orientada para a inovação, em especial nos sectores industrial e agrícola.
Segundo a FEA, a família possuía bens fundiários em várias regiões, embora a maior parte das suas propriedades agrícolas estivesse concentrada no Alentejo.

Partilhar

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on whatsapp
WhatsApp
Correio Alentejo

Artigos Relacionados

Role para cima