Encontro internacional debate sabores do Mediterrâneo em Mértola

Encontro internacional debate sabores do Mediterrâneo em Mértola

Podem produtos como as favas, o grão-de-bico, o tremoço, a ervilha ou o chícharo ajudar a explicar parte da história em que a cultura islâmica predominava nos dois lados do Mediterrâneo? A resposta é… sim!
E isso mesmo vai ser debatido até sábado, 7, em Mértola, durante o Encontro Internacional “Sabores do Mediterrâneo – Alimentação e Gastronomia Medievais”, que integra o programa do VI Festival Islâmico de Mértola e junta na vila-museu vários especialistas nacionais e estrangeiros.
A iniciativa, organizada pelo Campo Arqueológico de Mértola e pelo Centro de Estudos Arqueológicos das universidades de Coimbra e do Porto, vai decorrer no auditório do Parque Natural do Vale do Guadiana e conta com apoio da autarquia mertolense e da Fundação para a Ciência e a Tecnologia.
“Neste encontro vamos reunir investigadores de diversos países” e abordar “aspectos relacionados com a alimentação no Mediterrâneo, focando sobretudo o período islâmico e o seu extremo ocidental”, adianta ao “CA” fonte oficial da organização.
O encontro internacional arrancou na quinta-feira, 5, e para esta sexta-feira, 6, estão previstas uma dúzia de palestras sobre temáticas como a alimentação, o meio-ambiente e o consumo alimentar na Mértola islâmica (com Santiago Macias) ou os usos culinários na cerâmica islâmica de Mértola (por Susana Gómez Martínez, da Universidade de Coimbra).
No sábado, 7, destaque para as intervenções de Cláudio Torres (sobre o trabalho da terra no Gharb al-Ândalus) e Maria Manuel Valagão (que abordará a cozinha mediterrânica no Alentejo e a intemporalidade das suas práticas).

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Correio Alentejo

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