Deputado do PCP preocupado com Urgências de Castro Verde

Deputado do PCP preocupado com Urgências de Castro Verde

O deputado do PCP eleito por Beja, João Ramos, apresentou várias questões ao ministro da Saúde sobre os problemas que afectam o Serviço de Urgência Básica (SUB) de Castro Verde.
No documento, que fez chegar ao “CA”, João Ramos sublinha que as instalações da SUB de Castro Verde “são, muitas vezes, insuficientes face às necessidades das populações às quais tem de dar resposta”, sendo que “a exiguidade” destas “impede que os enfermeiros, médicos e assistentes operacionais prestem cuidados com qualidade e no respeito do direito de privacidade dos utentes”.
O deputado comunista alude ainda ao facto de o Gabinete da Assistente Técnica não ter “condições”, de não existirem “instalações apropriadas para o técnico tripulante da viatura SIV e para o enfermeiro”, e de o gerador existente ser “insuficiente para o número de instrumentos eléctricos e a iluminação mínima para se prestar cuidados com segurança, em caso de falhas no fornecimento de energia eléctrica”.
João Ramos acrescenta ainda que o SUB de Castro Verde “não tem protecção policial ou de um segurança”, além de serem necessárias “obras de ampliação” para que trabalhadores e utentes “tenham condições”.
O parlamentar acrescenta ainda que em Castro Verde, e também na SUB de Moura, não está a ser cumprida a legislação “em matéria de recursos humanos de enfermagem”, uma vez que se encontram escalados “apenas dois enfermeiros e aquando da saída da ambulância SIV fica um enfermeiro no serviço”. “A falta estimada para estes dois serviços é de seis enfermeiros”, acrescenta.
Todo isto leva João Ramos a perguntar ao ministro Adalberto Campos Fernandes se este confirma “a existência de problemas com as instalações do SUB de Castro Verde” e quais as medidas previstas pelo Ministério da Saúde “para adequar as instalações às necessidades do serviço, dos profissionais e dos utentes”.
O deputado do PCP quer ainda saber o que está a ser feito para que o Despacho 5058-D/2016 “possa ser cumprido em termo de número de enfermeiros escalados” em Castro Verde e Moura.

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Correio Alentejo

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