Nesta edição do “Correio Alentejo” damos-lhe a conhecer as críticas que empresários e agricultores fazem às obras de requalificação do IP2 em marcha junto a Entradas, no concelho de Castro Verde. Promovidos pela Infra-estruturas de Portugal no âmbito da sub-concessão rodoviária do Baixo Alentejo, os trabalhos têm vindo a decorrer ao longo dos últimos meses e andam longe de ser consensuais. Primeiro porque precipitaram o encerramento dos acessos aos caminhos agrícolas locais sem previamente terem sido criadas as necessárias alternativas. Depois porque implicarão mudanças no nó mais a Norte, condicionando o acesso à vila nessa zona apenas a quem transita no sentido Sul-Norte (e colocando em causa a viabilidade económica de um investimento de quase um milhão de euros existente no local).
Ora tudo isto revela falta de sensibilidade e de bom senso por parte, sobretudo, da entidade gestora desta via rodoviária. Pode argumentar-se que há normas e exigências a cumprir neste tipo de vias para justificar o que está a acontecer no IP2. Mas também é certo cada regra tem a sua excepção. E que todas as estradas, seja qual for a sua tipologia, devem existir para servir as populações e o desenvolvimento das regiões que atravessam – o que neste caso concreto não sucede.
Exige-se, portanto, que esta situação seja revista. E a solução pode ser bem mais simples do que em primeira instância aparenta, sem que isso acarrete custos de maior. E já agora, era de bom tom que a Infra-estruturas de Portugal olhasse mais para a rede de estradas nacionais que cruza o distrito de Beja, que nalguns casos anda pelas “ruas da amargura”…

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