A requalificação da rede de estradas nacionais que servem o concelho é uma das grandes “batalhas” do presidente da Câmara de Odemira. Como o “CA” lhe conta nesta edição, o mau estado de vias como a EN 120 ou a EN 266 são por demais evidentes e José Alberto Guerreiro garante que não desarmará na reivindicação junto do Governo por obras de beneficiação nestas duas estradas (e outras) essenciais ao município. E fá-lo bem!
Ter acessibilidades em boas condições é essencial em qualquer estratégia de desenvolvimento local, estejamos no litoral ou no interior. Daí que as reclamações feitas pelo autarca odemirense podem estender-se aos quatro cantos do Baixo Alentejo, onde continuamos a encontrar estradas que de nacional só mesmo a classificação, porque quanto ao resto… Veja-se o caso da EN 2 (outrora uma das importantes no país), nomeadamente no troço que liga as vilas de Aljustrel a Castro Verde. Ou da EN 123, entre Ourique e Garvão. Para não falarmos da EN 258, a caminho de Barrancos, que faz a viagem pela raia alentejano
ser um verdadeiro martírio para condutores e viaturas.
É por isso fundamental que a empresa gestora da rede nacional de estradas, a Infra-estruturas de Portugal, coloque em marcha um verdadeiro plano estratégico de requalificação destas vias. E que faça obras com princípio, meio e fim e não se limite apenas a remendar aqui e ali, sem resolver os problemas de fundo. Caso contrário, teremos todos de começar a pensar em comprar viaturas todo-o-terreno.

Concelho de Ourique “na rota” do Mundial de gravel
Cerca de 1.000 atletas de 34 países são esperados na segunda edição do UCI Alentejo Gravel, prova que se realiza no concelho de Ourique neste







