Ainda nem um mês depois das eleições e já os partidos e agentes políticos esqueceram o terramoto que constituíram os resultados eleitorais, com 65% de abstenção, 28% de eleitores votantes em branco, nulos e pequenos partidos e menos de 60% de votantes nos partidos que tem assumido responsabilidades governamentais, quando sempre ultrapassavam os ¾ dos eleitores.
Ao que parece todos acharão que o problema não é deles, mas dos outros, pelo que seguir em frente pelos seus caminhos é a marcha segura. As lamentações e preocupações com o afastamento e desconfiança do povo nas instituições democráticas e as juras que muito tem que mudar no funcionamento de partidos e da nossa Democracia, já são e só conversa passada.
No único partido em que os resultados e desaires eleitorais levaram a que a liderança e a linha política fossem questionadas, com a apresentação de alternativa, o ruído e confrontos estatutários provocam ainda mais desconfianças na massa desiludida e amedrontada. Falo, obviamente, do PS.
Deixo, pois, a pergunta – será que este “tudo na mesma, como a lesma” dará algum contributo positivo na restauração da confiança entre eleitores e eleitos ou, pelo contrário, a agudiza? Respondam, se faz favor, e de VOZ ALTA!

Concelho de Ourique “na rota” do Mundial de gravel
Cerca de 1.000 atletas de 34 países são esperados na segunda edição do UCI Alentejo Gravel, prova que se realiza no concelho de Ourique neste







