Afinal há esperança

Quinta-feira, 15 Dezembro, 2016

Carlos Pinto

director do correio alentejo

Afinal, nem só de más notícias se faz o dia-a-dia do Baixo Alentejo. Apesar de serem muitas as razões do nosso queixume, também são bastantes os motivos para o nosso orgulho e várias as razões para crer num futuro melhor. É o caso das notícias vindas recentemente a público nas áreas da Saúde e da Educação. No primeiro caso, foi o próprio ministro da tutela a anunciar em Beja a intenção do Governo de avançar com a construção dos novos centros de saúde de Ourique e Vidigueira, assim como investir em novos equipamentos para o Hospital de Beja. E na Educação, há que sublinhar com a devida pompa o excelente resultado obtido pela Escola Secundária D. Manuel I, de Beja, nos exames nacionais do 9º ano a Português e Matemática: foi “apenas” a melhor entre as escolas públicas de Portugal.
Estes dois factos abrem uma nova “janela de optimismo” à região. Porque com melhores cuidados de saúde e uma boa educação, entre outros factores, poderemos almejar ao ambicionado desenvolvimento económico e social. E com melhores serviços de saúde e boas escolas poderemos, também, ajudar a estancar a “sangria” demográfica do distrito e captar novos habitantes.
E se a isto juntarmos a concretização de algumas das medidas anunciadas pelo Governo no âmbito do Programa Nacional para Coesão Territorial (nomeadamente a reabertura de alguns dos serviços extintos por mando da “troika” nos anos da crise), assim como a descentralização de competências do Estado para as autarquias defendida pelo primeiro-ministro durante as comemorações dos 40 anos de Poder Local democrático em Portugal, então a esperança é mais que muita.

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