Câmara de Mértola investe quase 1,4ME na construção de seis novas habitações

Seis novas habitações estão a ser construídas em Mértola, num investimento da Câmara Municipal que ascende a quase 1,4 milhões de euros e tem como objetivo reforçar a oferta de habitação acessível neste concelho.

Em comunicado enviado ao “CA”, a Câmara de Mértola explica que as obras de reabilitação da Casa Fagulha, no centro histórico da vila, fazem parte da sua  Estratégia Local de Habitação (ELH) e permitirão a criação de dois T1 e quatro T2.

A empreitada tem um prazo de execução de 730 dias e “permitirá devolver ao mercado novas habitações adequadas às necessidades de jovens, famílias e trabalhadores que procuram estabelecer-se no concelho”, indica.

A par desta intervenção, a Câmara de Mértola prevê lançar, “nos próximos meses”, a empreitada de reabilitação da Casa Anselmo, “que permitirá disponibilizar mais seis habitações em formato apartamento, seguindo-se a construção de oito moradias no Bairro da Cooperativa”.

“Com estes investimentos, o Município de Mértola prevê disponibilizar, no médio prazo, um total de 20 novas habitações, reforçando significativamente a oferta habitacional pública e criando novas oportunidades de residência no concelho”, frisa a autarquia.

Em paralelo, continuou, está concluído o projeto de loteamento da Zona de Expansão 3, em Mértola, “que permitirá disponibilizar 16 lotes para autoconstrução”, criando “condições para que mais famílias possam construir a sua própria habitação e contribui para o crescimento sustentado da vila”.

No comunicado, a Câmara de Mértola reconhece que a habitação “constitui atualmente uma das principais prioridades” da sua ação, “assumindo-se como um fator determinante para a atração e fixação de população, para a dinamização da economia local e para a construção de um concelho mais coeso, inclusivo e sustentável”.

“Com o avanço destas intervenções, Mértola dá mais um passo na concretização de uma estratégia integrada que combina a reabilitação do património edificado, a criação de nova oferta habitacional e a disponibilização de solo urbano para construção”, conclui.

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Correio Alentejo

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