Caixa Agrícola de Aljustrel mantém ritmo de crescimento em 2012

Caixa Agrícola de Aljustrel mantém ritmo de crescimento em 2012

Apesar das dificuldades do tecido económico a nível regional e nacional, a Caixa de Crédito Agrícola Mútuo (CCAM) de Aljustrel, Almodôvar e Castro Verde tem mantido em 2012 o ritmo de crescimento dos anos anteriores.
A instituição bancária sediada na vila mineira apresentou até ao final do mês de Maio resultados positivos em todos parâmetros e a manter-se o actual registo deve entrar em 2013 a crescer cerca de três por cento.
“Julgamos que a nossa actividade, continuando a desenvolver-se como nestes primeiros seis meses, registará um ligeiro aumento” no final de 2012. “Provavelmente registaremos um crescimento de sensivelmente 3%. Mas vamos ter de esperar para ver”, afiança ao “CA” Orlando Felicíssimo, director-executivo da instituição, alertando para o facto da “volatilidade” dos mercados e da situação económico-financeira do país e da Europa poder alterar estes números de um momento para o outro.
Ainda assim, o optimismo e a tranquilidade imperam na terceira Caixa Agrícola mais antiga de Portugal, que conta actualmente 26 funcionários espalhados por seis balcões e uma quota de mercado a rondar os 28% (com tendência para aumentar) nos concelhos de Aljustrel, Almodôvar e Castro Verde.
“A primeira metade do ano tem corrido razoavelmente, o que dadas as circunstâncias é positivo. […] No início do mês estivemos a comparar os números de Maio com o período homólogo e não são inferiores, pelo contrário – são ligeiramente superiores, tanto no volume de negócios como nos outros parâmetros”, reforça Orlando Felicíssimo, dando mais exemplos concretos da “boa saúde” actual da instituição: um rácio de solvabilidade de 12%, um rácio de transformação de 85% e um rácio de crédito vencido a rondar os três por cento, ou seja, “nada preocupante” e “bastante abaixo da média do mercado”.
“Portanto, podemos dizer que temos os principais indicadores controlados e contidos dentro do que é exigido pelas entidades de supervisão e, neste caso, também pela ‘troika’”, argumenta.

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Correio Alentejo

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