Ajudar clubes, escolas e autarquias e, sobretudo, dinamizar o desenvolvimento da modalidade na região são os grandes objectivos da recém-criada Associação de Voleibol do Alentejo (AVAL).
A instituição, que no final do mês de Maio foi admitida como sócia na Federação Portuguesa de Voleibol (FPV) por troca com a congénere de Évora, que foi excluída, está sediada em Castro Verde e vai abranger os distritos de Beja, Évora, Portalegre e Setúbal.
“A FPV fez-me um convite para a criação de uma associação que, de certa forma, regulamentasse, gerisse e promovesse o voleibol na região. E agora estamos em fase de instalação e a tratar das devidas formalidades”, revela ao “CA” o presidente da AVAL, Paulo Pinho, garantindo que só falta mesmo encontrar um espaço próprio para a instituição poder começar a laborar em pleno.
“Esperamos que a autarquia [de Castro Verde] nos possa ajudar”, admite.
Segundo Paulo Pinho, a nova AVAL foi um “projecto amadurecido durante muito tempo”, fruto do “aumento do interesse pela modalidade na região”.
A escritura de constituição da associação foi lavrada a 13 de Maio e depois de cumpridas as formalidades burocráticas a instituição vai avançar para o “terreno”, no sentido de poder “dar apoio a clubes, escolas e autarquias”.
A estratégia, explica o presidente, passa por tirar partido da “simplicidade” do projecto “Gira-vólei” e promover a modalidade junto das autarquias.
Ao mesmo tempo, a AVAL quer dinamizar a reactivação de clubes e de secções de voleibol já existentes, assim como dar espaço à criação de novas colectividades, existindo já mais de uma dezena de intenções de filiação na associação, sejam clubes ou câmaras municipais.








