Administração da ULSBA contesta acusação por vacinação indevida

Hospital de Beja
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A defesa do conselho de administração da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA), que vai ser julgado por alegadas irregularidades na vacinação contra a Covid-19, considera que a acusação “não tem o mínimo de fundamento”.

“Acreditamos que vamos provar, em sede de julgamento, os argumentos da nossa contestação. Ou seja, aquela acusação não tem o mínimo de fundamento, mesmo de direito”, afirma a advogada Sofia Batista, citada pela Agência Lusa.

Em causa está a acusação, deduzida a 28 de fevereiro de 2022, contra seis elementos que, no final de 2020 e em 2021, faziam parte do conselho de administração da ULSBA e cujo julgamento começa no dia 13 de fevereiro.

Segundo Sofia Batista, entre finais de dezembro de 2020 e de janeiro de 2021, o Plano Nacional de Vacinação era então “o único normativo” existente para as instituições se guiarem e “ninguém desviou vacinas para amigos ou compinchas”, sendo que as referidas na acusação foram para “funcionários da ULSBA que asseguraram atividades indispensáveis à prestação direta de cuidados de saúde”.

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