Alentejo 2030 vai apoiar infraestruturas e equipamentos científicos

CEBAL

O programa Alentejo 2030 tem abertas, até 30 de setembro, as candidaturas ao aviso de concurso “SACCCT: Infraestruturas e Equipamentos Científicos”, que tem uma dotação de um milhão de eurose  visa apoiar investimentos em infraestruturas e equipamentos científicos na região.

Segundo a Autoridade de Gestão do programa, este aviso de concurso tem como objetivo “reforçar a capacidade científica e tecnológica regional, promovendo a investigação, a inovação e a transferência de conhecimento alinhadas com as necessidades das empresas e da sociedade”.

Nesse âmbito, adianta a mesma fonte, são elegíveis projetos “que contemplem investimentos em infraestruturas e equipamentos científicos, incluindo equipamentos técnico-científicos, recursos digitais, arquivos e bases de dados científicas, sistemas computacionais e de programação que promovam o acesso aberto digital ao conhecimento”.

As candidaturas destinam-se a entidades não empresariais do sistema de investigação e inovação (ENESII), nomeadamente instituições de ensino superior, respetivos institutos e unidades de investigação e desenvolvimento.

A Autoridade de Gestão do Alentejo 2030 acrescenta que apoio “enquadra-se na estratégia regional de especialização inteligente do Alentejo” e “procura fomentar projetos que contribuam para o desenvolvimento dos domínios prioritários identificados pelo Conselho de Inovação da Região do Alentejo”.

Entre estes surgem a bioenergia e valorização dos resíduos, produção sustentável e ambiente, economia circular, saúde, intervenção e inovação social e educacional, valorização do território e dos recursos endógenos, mobilidade e logística, turismo sustentável, digitalização da economia e das empresas, energias renováveis, agricultura sustentável, e indústrias criativas e culturais.

“Os projetos apoiados deverão contribuir para a modernização e consolidação das capacidades científicas instaladas no Alentejo, reforçando simultaneamente a sustentabilidade dos investimentos através da integração de medidas de eficiência energética e de promoção da transição climática”, conclui a Autoridade de Gestão do programa.

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