Almina investiu 600 mil euros na construção de passagem superior à EN 263

A empresa Almina – Minas do Alentejo, concessionária da mina de Aljustrel, investiu 600 mil euros na construção de uma passagem superior à Estrada Nacional (EN) 263, para eliminar o cruzamento de nível até então existente e melhorar a segurança de tráfego na zona.

Em comunicado enviado ao “CA”, a empresa mineira explica que a nova infraestrutura, já em utilização, “assegura a circulação entre os diferentes polos e áreas operacionais dentro dos limites de propriedade da Almina”, o que permite que não seja necessário “recorrer à rede viária do domínio público” e elimina “o impacte no tráfego local e na comunidade envolvente”.

“Este investimento é um continuar do processo de melhoria, que acompanha a missão da empresa desde o primeiro dia”, acrescenta a empresa, indicando que a passagem superior à EN 263 “representa o corolário de uma estratégia de otimização da circulação interna, segurança operacional e minimização de impactes na comunidade local”.

De acordo com a Almina, “além dos benefícios logísticos”, o projeto evidencia “o compromisso” da empresa “com a sustentabilidade, possibilitando uma convivência equilibrada entre as operações da empresa e a população local”.

A empresa recorda que este processo arrancou em 2016, quando “foi construída uma via de circulação interna, que hoje liga os diferentes polos e áreas operacionais”.

Nessa primeira fase, frisa, “eliminou-se a circulação de máquinas e viaturas na zona Vipasca”, no percurso entre Feitais e a lavaria, uma “reorganização viária” que melhorou “a segurança operacional dentro do complexo mineiro” e permitiu à Câmara Municipal, em conjunto com a empresa, “construir uma rotunda na zona, melhorando a circulação e a segurança do tráfego local”.

Mais tarde, em 2019, a Almina avançou com a construção de um acesso independente a partir da EN 263 às herdades do Mau Ladrão e da Boavista, “devidamente licenciado” pela Infraestruturas de Portugal.

Esta intervenção “eliminou o cruzamento existente entre o anterior acesso e a via de circulação interna do complexo mineiro”, conclui a empresa mineira.

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Correio Alentejo

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