Viola campaniça “renasce” nas escolas de Castro Verde

Viola campaniça “renasce”

A tradicional viola campaniça vive actualmente um momento de grande vitalidade, muito à custa do trabalho desenvolvido em Castro Verde pela Escola de Toque e Construção.
Tudo começou há quatro anos, quando o professor José Abreu começou a “introduzir” a construção de violas campaniças nas aulas de Educação Visual e Tecnológica.
“Depressa percebi que os jovens tinham muito interesse, não só a tocar mas também a construir a viola campaniça”, lembra o docente, garantindo que a escola é hoje um verdadeiro “ninho” para o instrumento, onde este pode “nascer e crescer”.
A ideia evoluiu e actualmente o ensino do toque e construção de violas campaniças congrega o esforço do Agrupamento de Escolas de Castro Verde em parceria com a Cortiçol – Cooperativa de Informação e Cultura e a Câmara Municipal.
Dinamizada como uma espécie de “clube”, a escola conta actualmente 13 “aprendizes” de tocador, que às quartas-feiras à tarde aprende-se a tocar e cantar e às quintas (ou noutras tardes livres) trabalha-se na construção.
David Pereira foi um dos primeiros alunos da Escola de Toque e Construção de Violas Campaniças e hoje é ele o responsável pelo ensino da arte de dedilhar as cordas de arame daquele instrumento.
“Tem sido uma boa experiência e nota-se evolução nos alunos”, conta ao “CA”. “Os alunos trabalham muito em casa. E nos intervalos das aulas juntam-se a tocar, o que é bom”, acrescenta.

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Correio Alentejo

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