Novos transportes colectivos conquistam ouriquenses

Novos transportes colectivos

A nova rede de transportes colectivos da freguesia de Ourique, que arrancou no início de Dezembro de 2012 pela "mão" da Câmara e da Junta de Freguesia, tem agradado bastante às populações.
“Para quem não tem nada, esta é uma ideia das melhores. Porque eu não tenho transporte e fazia muita falta. Antes tinha de ir à boleia, com as pessoas que vão trabalhar para Ourique”, revela ao “CA” Maria Emília Fernandes, de 72 anos, residente na Aldeia Nova da Favela.
“Eu por exemplo há meses que não vou a Ourique por falta do transporte. E às vezes, quando não tínhamos outro remédio, lá chamávamos o carro de praça, mesmo com o pouco que temos”, complementa a vizinha Adília Guerreiro, de 84 anos.
O projecto, apoiado pelo InAlentejo, visa possibilitar às populações daquela freguesia melhores condições de acesso à sede de concelho e aos serviços aí instalados, tendo como objectivos combater o isolamento e apoiar as populações mais desfavorecidas, sobretudo os idosos.
Para tal, a rede conta com 65 pontos de paragem (19 dos quais são abrigos), todos identificados, e um total de nove linhas rurais, que se realizam quinzenalmente em determinados dias da semana.
Paralelamente, existem também duas novas linhas urbanas, que funcionam de segunda a sexta-feira e passam pelos principais serviços da administração pública existentes em Ourique, complementando a rota das linhas rurais.
“Nunca julguei que isto fosse possível, é muito bom. Quando tivermos falta, já viu o bom que é ter este transporte? Fazia tanta falta”, sublinha Natividade Maria, de 86 anos e residente no monte de São Brás.

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Correio Alentejo

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