Mário Simões quer PSD mais influente no distrito de Beja

Mário Simões quer PSD mais influente no distrito de Beja

O actual presidente da Distrital de Beja do PSD, Mário Simões, anunciou esta terça-feira, 19, a recandidatura ao cargo, nas eleições marcadas para 7 de Julho, pretendendo "aumentar a influência" do partido no distrito nas próximas eleições autárquicas.
"O rumo iniciado há ano e meio" como presidente da Distrital de Beja do PSD "vai ter continuidade, assim os militantes entendam depositar de novo a confiança na minha liderança", disse o também deputado Mário Simões em conferência de imprensa.
Na lista de Mário Simões surgem os nomes de João Pedro Caeiro e Humberto Nixon como vice-presidentes, enquanto que João Araújo será o secretário-geral distrital e José Pinela o primeiro vogal.
A mesa da Assembleia Distrital terá como presidente e vice-presidente João Paulo Ramôa e António Sebastião, respectivamente, ao passo que o conselho de jurisdição será liderado por José Gaspar.
Numa lista ainda por fechar, o actual vice-presidente Carlos Valente irá presidir ao novo Órgão de Consulta do Presidente.
Segundo Mário Simões, "os tempos que se apresentam não são fáceis" e o PSD enfrenta "a difícil missão de preparar as próximas eleições autárquicas" em 2013 "com objectivos muito precisos", ou seja, "aumentar" a "influência" do partido no distrito de Beja em número de eleitos, freguesias e câmaras "geridas sob a sigla do PSD".
A necessidade de a Distrital de Beja do PSD começar a preparar as eleições autárquicas com "legitimidade política" foi uma das razões da antecipação das eleições para os órgãos distritais do partido, explicou Mário Simões, referindo que, após a sua reeleição, será criada uma comissão distrital do PSD para coordenar as autárquicas, liderada por João Araújo.
No final do seu próximo mandato, "daqui a dois anos, quando estaremos a um ano de eleições legislativas", a Distrital de Beja do PSD pretende igualmente apresentar o "Livro Branco do Baixo Alentejo", ou seja, "um documento com as grandes linhas de orientação" do partido para a região, disse Mário Simões.
"A próxima década vai ser muito exigente" e "só com determinação política, trabalho e, acima de tudo, união de todos os actores regionais será possível invertermos o ciclo de estagnação" do Baixo Alentejo, acrescentou, defendendo "diálogo" e "concertação de esforços entre todas as forças políticas" da região.

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Correio Alentejo

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