Ministra do Ensino Superior diz que nova residência será “estratégica” para o IPBeja

A ministra da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior considera que a futura residência estudantil do Instituto Politécnico de Beja (IPBeja), avaliada em 15 milhões de euros, será um “investimento estratégico” para a instituição e para a região.

“Trata-se de um investimento estratégico” para o IPBeja, até porque existem “muitos alunos deslocados e temos de dar condições exatamente para que estes tenham alojamento em condições”, disse Elvira Fortunato nesta segunda-feira, 26, em Beja.

A governante marcou presença na cerimónia de receção aos novos alunos do IPBeja, tendo depois visitado o local onde será erguida a nova residência, que terá 503 camas e é financiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência, tendo de estar concretizada até 2026.

“Trata-se de um investimento estratégico” para o IPBeja, até porque existem “muitos alunos deslocados e temos de dar condições exatamente para que estes tenham alojamento em condições”, disse a ministra Elvira Fortunato

Elvira Fortunato acrescentou ainda que a região “tem especificidades” e “uma série de oportunidades” que o IPBeja pode aproveitar e tirar partido.

“Há que capitalizar e tentar utilizar o que daqui é intrínseco e, acima de tudo, diferente, de outras regiões”, afirmou a ministra.

Por sua vez, a presidente do IPBeja reconheceu que a futura residência estudantil irá permitir uma maior “capacitação” da instituição.

“Com uma disponibilidade de camas desta ordem, o IPBeja vai ter uma ter uma capacitação muitíssimo grande para atrair até cientistas. Cremos muito vivamente que isso vai acontecer”, sublinhou Fátima Carvalho.

“Com uma disponibilidade de camas desta ordem, o IPBeja vai ter uma ter uma capacitação muitíssimo grande para atrair até cientistas”, sublinhou a presidente da instituição, Fátima Carvalho

A presidente do instituto destacou ainda a importância da futura residência face ao aumento que se tem verificado no preço do alojamento para estudantes na cidade de Beja.

“Se somos uma instituição de ensino superior do interior, com difíceis acessibilidades, e se temos alojamento a preços muito elevados, é um elemento desmotivador para os nossos alunos. E isso preocupa-nos grandemente”, observou.

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Correio Alentejo

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