Fontes Bárbaras vai ter “ano de excelência”

Fontes Bárbaras vai

Os “néctares” da Herdade das Fontes Bárbaras, perto de Entradas (Castro Verde) estão cada vez melhores e a produção deste ano deixa antever vinhos de excelente qualidade.
“As análises estão feitas e os vinhos estão muito bons, acima da média. A quantidade também foi boa. Portanto, este será de certeza um ano de excelência”, afirma com convicção Diogo Perdigão, o produtor de 43 anos, natural do Bombarral, que em 1998 cumpriu o sonho de adquirir uma propriedade no Alentejo para poder produzir o seu próprio vinho.
Para este ano a produção da Herdade das Fontes Bárbaras rondará os 100 mil litros de vinho, comercializados no formato bag-in-box (“Vila de Entradas” Tinto, Branco e Rosé) e em garrafa (“Entradas” Tinto, Branco, Rosé e Colheita Seleccionada Tinto).
Mas também vai haver novidades – “Vamos fazer um Reserva Tinto, que vai ser o nosso topo de gama. E um Colheita Seleccionada Branco”, revela Diogo Perdigão.
Actualmente, os vinhos da Herdade das Fontes Bárbaras são vendidos em todo o sul do país (Alentejo e Algarve), sobretudo para clientes individuais, restaurantes ou cafés. E até já há contactos para exportar.
“Não temos ainda nada certo, pois não temos para vender. Mas temos contactos de futuros interessados, basicamente da China e Índia e também dos EUA e do Canadá”, adianta ao “CA” o proprietário da adega.
Mas para garantir a entrada no mercado estrangeiro a Herdade das Fontes Bárbaras vai ter de ampliar a sua capacidade de produção.
De momento, a propriedade conta com 15 hectares de vinha a produzir e mais 10 plantados este ano (num total de 25 hectares com as castas Aragonez, Trincadeira, Alicante Bouschet, Touriga Nacional, Syrah e Cabernet Sauvignon), mas Diogo Perdigão quer mais.
“Gostava de plantar mais um bocado de vinha, porque está provado que aqui se conseguem fazer bons vinhos e porque preciso de ter mais dimensão. Não muita mais, mas mais uns hectares para conseguir ter mais uma casta ou duas e para ter um vinho um bocadinho diferente. É para aí que caminhamos, mas cada passo a seu tempo”, afiança.

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Correio Alentejo

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