Empresa municipal adquire 40 fogos para apoiar carenciados em Évora

Empresa municipal adquire 40 fogos

A empresa municipal Habévora, que gere o património habitacional público do concelho de Évora, adquiriu 40 novas habitações para apoiar famílias carenciadas e necessitadas de casas de arrendamento social.
As habitações foram adquiridas com o objectivo de “reduzir a lista de famílias carenciadas inscritas” e que “aguardam atribuição de uma habitação social para arrendar”, explica a empresa.
As casas vão ser atribuídas às famílias ao abrigo do Regime de Renda Apoiada, ou seja, “com um valor de renda suportável pelos seus rendimentos”, acrescenta a Habévora – Gestão Habitacional Unipessoal Limitada.
O empreendimento foi construído sob o regime de Contrato de Desenvolvimento Habitacional, sendo as casas adquiridas a custos controlados, com valor final da aquisição estipulado pelo Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU).
Fruto de um investimento superior a três milhões de euros, tendo 30% desse valor sido comparticipado pelo IHRU, os fogos estão situados na Quinta do Valbom, na freguesia do Bacelo.
Segundo a Habévora, assim que estejam ultrapassadas as burocracias legais de registo das fracções, a empresa vai atribuir as habitações aos agregados familiares inscritos, caso estes ainda mantenham as condições de acesso ao arrendamento social.
No total, resume a empresa, existem actualmente 1.900 agregados familiares inscritos nos serviços da Habévora para atribuição de habitação social.
Destes, 151 estão referenciados como “Prioridade Máxima”, 279 como “Prioridade Grave” e 44 em “Prioridade Média/Grave”.
Em relação às inscrições para atribuição de habitação social em regime de renda apoiada, a empresa explicou que compete aos seus serviços de Acção Social receber todas as novas inscrições, gerir as já existentes e proceder à selecção dos inscritos de acordo com os graus de prioridade.
“É efectuada uma análise social da situação do agregado familiar do inscrito, com base nos critérios constantes da ficha de inscrição e, posteriormente, explicados mais em pormenor no relatório social elaborado para cada processo”, diz a empresa municipal.
Os rendimentos do agregado familiar, o estado de conservação da habitação e condição de utilização da mesma, o valor de renda paga, a identificação e caracterização dos problemas de saúde que afectam o agregado, existência ou inexistência de apoio familiar e a caracterização desse apoio são alguns dos critérios tidos em conta.
O parque habitacional da Habévora é composto por 900 fracções habitacionais e 54 fracções não habitacionais.

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Correio Alentejo

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