A Empresa Municipal de Água e Saneamento (EMAS) de Beja apresenta actualmente uma situação financeira sólida, mas em 2009 chegou a estar “muito próxima da falência”.
A empresa “estava muito próxima da falência”, pois “estava muito próxima do ponto em que praticamente já não era possível gerar receitas suficientes para fazer face aos custos fixos e a parte dos custos variáveis”, adianta ao “CA” o director-delegado da EMAS.
Nesse sentido, continua Rui Marreiros, o conselho de administração que entrou em funções na altura teve de “reduzir os custos” e fazer com que a empresa actuasse “de uma forma mais eficiente”.
“Fizemos alterações na orgânica da empresa, mexemos também na estrutura interna, e isso permitiu esses ganhos de eficiência”, explica Marreiros, garantindo que actualmente a situação financeira da EMAS é bem mais positiva.
“Podemos dizer, em linguagem corrente, que não devemos nada a ninguém! Temos as nossas contas todas em dia e cumprimos com os prazos acordados com fornecedores”, adianta o director-delegado da EMAS, que em 2012 registou um volume de negócios acima dos seis milhões de euros.








